Arquivo da categoria: CataguasesViva

CataguasesViva realizará Simpósio de Economia na cidade

seepmecO site CataguasesViva realizará no mês de agosto o I Simpósio Estudantil e Empresarial de Pequenas Empresas e Cidades – Seepmec – voltado para o micro e pequeno empreendedor e para estudantes de Administração, Ciências Contábeis e Economia.

Segundo Geraldo Filho, responsável pelo site e coordenador do Seepmec, o simpósio pretende ser um movimento que reunirá estudantes das áreas afins à administração pública e privada bem como os microempreendedores, proprietários de pequenas e médias empresas e gestores públicos para que possam discutir as alternativas para seus negócios.

Indo ao encontro da proposta do Sebrae no ano de 2013, que é dar apoio irrestrito a essa parcela de empresários que corresponde a uma fatia considerável deste segmento de mercado. As inscrições para o evento começam em março.

Dê um sonho de presente nesse Natal

Imagem

Novamente juntos em prol de um projeto cujo único objetivo é promover o bem em Cataguases, o CataguasesViva, em parceria com a Agência Mezzo, lança a campanha “Dê um sonho de presente nesse Natal”, organizada por Geraldo Filho.

A campanha terá como foco dar um Natal diferente para crianças da Casa da Criança de Cataguases, mas não com as tradicionais “cestas básicas” que, embora, sejam de grande valia para muitas famílias não suprem o desejo natalino dessas crianças que, como todos nós, sonham com um dia diferente nesta época do ano.

E às crianças da Casa da Criança serão doados brinquedos, doces e livros, além de uma tarde de diversão com atividades lúdicas, contação de histórias e, com certeza, inesquecíveis.

Para participar é muito simples: doe um brinquedo, um livro infanto-juvenil ou um panetone em um de nossos postos de arrecadação (Agência Mezzo ou Colégio Equipe). A campanha conta com o apoio do Proler, Bazar Rene, Colégio Equipe, Energisa e Livraria Cultura.

Faça o Natal de uma criança diferente esse ano. Ajude e dê um sonho de presente nesse Natal.

Vá de bike, mas não pela calçada

O site CataguasesViva, a Agência Mezzo e o Grupo Pera, em comemoração à Semana Nacional do Trânsito, lançam a campanha “Vá de bike, mas não pela calçada”.

Num mundo dominado pelos automóveis, a utilização das bicicletas como meio de locomoção é uma alternativa que, além de diminuir o congestionamento, que começa a atrapalhar o trânsito de Cataguases, em determinados horários, faz bem à saúde do ciclista.

Diante disse, a campanha incentiva a utilização das bicicletas mas que o ciclista faça o uso delas no local adequado, nas ruas. Para divulgar essa ideia, serão distribuídos adesivos para serem colados nas ‘magrelas’ e, na manhã do domingo, 23, acontecerá um passeio ciclístico que terá cerca de 5 km de percurso (Saindo da Praça Rui Barbosa, às 8:30, indo o bairro popular, próximo à Faculdade Sudamérica, e retornando à praça.

Estará à disposição dos interessados para aquisição a camisa do passeio, que não é obrigatória para a participação deste. O valor de cada camisa é de R$10,00, podendo ser solicitada na Mezzo ou no Colégio Equipe, que patrocina o evento.

Veja como foi a campanha do trânsito do ano passado aqui.

Dê um sonho de presente neste Natal

Novamente juntos em prol de um projeto cujo único objetivo é promover o bem em Cataguases, o CataguasesViva, em parceria com a Mezzo Soluções e o Grupo Pera, lança a campanha “Dê um sonho de presente nesse Natal”.

A campanha terá como foco dar um Natal diferente para crianças de um distrito de Cataguases, mas não com as tradicionais “cestas básicas” que, embora, sejam de grande valia para muitas famílias não suprem o desejo natalino dessas crianças que, como todos nós, sonham com um dia diferente nesse fim de ano.

E é para essas crianças que serão doados brinquedos e doces, além de uma tarde de diversão com gincanas, atividades lúdicas e, com certeza, inesquecíveis.

Para participar é muito simples: doe um brinquedo, uma caixa de bombom ou doces em um de nossos postos de arrecadação (Agência Mezzo ou Colégio Equipe). A campanha conta com o apoio do Sistema Multisom de Rádio, Bazar Rene, Colégio Equipe e Zollern.

Faça o Natal de uma criança diferente esse ano. Ajude e dê um sonho de presente nesse Natal.

Matéria do Jornal Cataguases, de 18/11.

A 3ª edição do Festival Literário de Cataguases (Felica 2011), ocorrida entre os dias 9 e 12 de novembro, aproximou de vez a literatura da cidade. Com a presença de pessoas que vão desde a primeira edição, este ano o grande diferencial do Festival Literário de Cataguases foram os locais de realização dos eventos, a Casa de Cultura Simão e a Biblioteca Municipal Ascânio Lopes.

Durante os quatro dias de evento, o público se manteve fiel e presente às mesas temáticas das noites. No Felica para crianças, cerca de 500 crianças participaram das atividades realizadas na Biblioteca Municipal Ascânio Lopes, que dá também nome à Lei Municipal de Incentivo à Cultura que possibilitou a realização do Felica 2011.

Além das atividades literárias, a pedidos dos escritores foram realizadas visitas guiadas pela cidade que os encantou, como foi o caso do poeta Chacal que, ao visitar o Colégio Cataguases, afirmou: no painel “Tiradentes”, de Candido Portinari, de 1949, segundo ouviu dizer, a figura de João Silvério dos Reis, que traiu os inconfidentes (no painel, o que olha em outra direção), tinha os traços angulosos de Carlos Drummond de Andrade, uma vingança sutil do partido comunista brasileiro, por ter o poeta abandonado suas fileiras.

Ainda com as visitas, destacam-se a ida de Otávio Jr., “O livreiro do Alemão”, a uma escola municipal no bairro Leonardo, uma visita surpresa a professores e alunos da Escola Municipal Prefeito José Esteves e de Ana Paula Maia à “Cataguases de Luiz Ruffato”, à margem direita do rio.

Nesse ano, o Felica teve coo tema “A poesia da vida” e valorizou a produção poética deste gênero e alcançou números expressivos de público. A ideia é que para o próximo ano o Festival esteja no calendário oficial de eventos da cidade e que assim a literatura passe a ser elemento rotineiro dos cataguasenses.

Como mudar a vida de uma pessoa através da leitura foi o tema da última mesa do FELICA 2011

A última mesa de debates do FELICA 2011 tinha como tema “Como a leitura pode mudar a vida de um leitor?” e participaram da mesa a jornalista e editora da revista Ragga, publicação jovem do jornal Estado de Minas, Sabrina Abreu, e o escritor e idealizador do Movimento Por um Brasil Literário, Bartolomeu Campos de Queirós, mediados por Geraldo Filho, idealizador do Festival Literário de Cataguases.

Sabrina começou falando da ideia que teve há alguns anos ao criar um blog em que posta o “book do dia”, em ironia aos vários sites especializados em comentar o look do dia. Já Bartolomeu começou falando da importância da leitura do texto literário, o quão este é libertador e fez uma reflexão sobre a desvalorização do professor, peça fundamental no processo de formação de um leitor. “No estado de Minas Gerais, professores da rede estadual ficaram em greve reinvindicando melhores salários, como um aluno vai achar que o que o professor tem a passar para ele custa pouco mais de mil reais”.

Bartolomeu alertou ainda que a responsabilidade de se criarem novos leitores, em especial de textos literários, não pode ficar a cargo somente da escola. “A sociedade, de uma maneira geral, tem que se envolver. O que se pretente com esse Movimento é que ele se torne um projeto político. Que mude o nosso país, é um processo lento, mas necessário”.

Sabrina também deixou claro sua paixão pelo livro e pela militância por uma sociedade mais ciente da importância do livro.

Veja mais fotos da última mesa do FELICA 2011.

O FELICA conta com o patrocínio da Lei Municipal Ascânio Lopes.

Ana Paula Maia e Elias Fajardo falam de onde vêm as ideias de suas ficções

A mesa que abriu o último dia do FELICA 2011 refletiu sobre o processo de composição dos textos ficcionais. Ana Paula Maia e Elias Fajardo falaram como funcionam suas referências. Enquanto Elias busca uma prosa baseada em suas influências de quando ainda morava Tebas, distrito de Leopoldina, Ana Paula foca mais na pesquisa e desenvolvimento de uma narrativa mais densa e tensa.

Quando perguntados se ainda é possível escrever sem sofrer influências dos canônes, foram taxativos, não.  Ana Paula ainda causou risos na plateia quando disse que se fosse obrigada a escrever sobre uma cidade quente, Cataguases seria uma séria candidata. No entanto, a romancista revelou surprese e encantamente em estar na cidade de Luiz Ruffato e conhecer uma cidade que é cortada por um trem. “Me deu uma vontade de sair correndo e tirar uma foto do trem passando, ainda volto aqui para isso”, completou.

Veja algumas fotos.

O FELICA conta com o patrocínio da Lei Municipal Ascânio Lopes.

Em manhã de sábado, FELICA tem teatro em praça pública

A manhã de sábado começou muito diferente para a rotina dos que têm que resolver suas pendências em seu ia de folga. Na praça Chácara D. Catarina foi representada uma peça adaptada do livro “Sossego: o rato que queria ser morcego”, do escritor Luciano Sheikk, que também esteve presente conversou com os presentes na Casa de Leitura.

Todos que passavam pela praça paravam para assistir ao belo trabalho dos jovens atores da cidade de Ponte Nova.

Veja mais fotos da apresentação.

O FELICA conta com o patrocínio da Lei Municipal Ascânio Lopes.

3ª dia de Festival termina celebrando o fazer poético

Os poetas Chacal, Marcelo Benini e Ondjaki encerraram a terceira noite de atividades do FELICA tentando responder a uma árdua indagação: De que é feito um poeta?

Mediada pelo também poeta, Giovani Ramos, a mesa “Um poeta não se faz (só) com versos” fluiu bem e refletiu sobre o fazer poesia num mundo em que as pessoas preferem ler verdadeiros calhamaços de livros em prosa a poemas.

O poeta se faz de versos e reversos, na opinião de Chacal, além de analogias entre divulgar seus versos em mídia eletrônica como fazia nos anos 70 em mimeógrafo. Já Ondjaki e Marcelo Benini versaram sobre a importância da poesia desde a infância e como funciona o processo de criação de seus versos.

Veja alguns clicks da mesa.

O FELICA conta com o patrocínio da Lei Municipal Ascânio Lopes.

Debate sobre embriaguez e produção artística mexeu com o público na noite de sexta no FELICA

Com um tema que aflora discussões intermináveis e opiniões totalmente controversas, a noite de sexta-feira, 11, começou com os escritores José Geraldo Gouvêa e Miklós Palluch defendo suas visões sobre até que ponto a embriaguez influencia na concepção artística.

Miklós citou Freud que usava drogas com fins medicinais e o mediador, Enzo Menta, Benjamin, para sentir as mesmas sensações de Baudelaire. Em outros momentos, defenderam o uso das drogas como posição política e símbolo da contra cultura.

Tímida diante de vários embates, a plateia apenas assistia às explanações dos escritores na mesa. Ao término, o consenso reinou e José Geraldo e Miklós consentiram que não há, nem nunca houve, necessidade de se dopar para se criar uma obra de arte.

Veja imagens da mesa.

O FELICA conta com o patrocínio da Lei Municipal Ascânio Lopes.